" Mas os que confiam no Senhor renovarão as suas forças e subirão com asas como de águias,correrão e não se cansarão, caminharão e não se fadigarão"
quinta-feira, 23 de junho de 2011
É Sempre uma Falta de Amor Criticar e Julgar?
"Amor e verdade andam juntos"
Tornou-se comum evangélicos acusarem de falta de amor outros evangélicos que tomam posicionamentos firmes em questões éticas, doutrinárias e práticas. A discussão, o confronto e a exposição das posições de outros são consideradas como falta de amor.Essa acusação reflete o sentimento pluralista e relativista que permeia a mentalidade evangélica de hoje e que considera todo confronto teológico como ofensivo. Nossa época perdeu a virilidade teológica. Vivemos dias de frouxidão, onde proliferam os que tremem em frêmito diante de uma peleja teológica de maior monta, e saem gritando histéricos, "linchamento, linchamento"!
Pergunto-me se a Reforma protestante teria acontecido se Lutero e os demais companheiros pensassem dessa forma.
É possível que no calor de uma argumentação, durante um debate, saiam palavras ou frases que poderiam ter sido ditas ou escritas de uma outra forma. Aprendi com meu mentor espiritual, Pr. Francisco Leonardo Schalkwijk, que a sabedoria reside em conhecer “o tempo e o modo” de dizer as coisas (Eclesiastes 8.5). Todos nós já experimentamos a frustração de descobrir que nem sempre conseguimos dizer as coisas da melhor maneira.
Todavia, não posso aceitar que seja falta de amor confrontar irmãos que entendemos não estarem andando na verdade, assim como Paulo confrontou Pedro, quando este deixou de andar de acordo com a verdade do Evangelho (Gálatas 2:11). Muitos vão dizer que essa atitude é arrogante e que ninguém é dono da verdade. Outros, contudo, entenderão que faz parte do chamamento bíblico examinar todas as coisas, reter o que é bom e rejeitar o que for falso, errado e injusto.
Considerar como falta de amor o discordar dos erros de alguém é desconhecer a natureza do amor bíblico. Amor e verdade andam juntos. Oséias reclamou que não havia nem amor nem verdade nos habitantes da terra em sua época (Oséias 4.1). Paulo pediu que os efésios seguissem a verdade em amor (Efésios 4.15) e aos tessalonicenses denunciou os que não recebiam o amor da verdade para serem salvos (2Tessalonicenses 2.10). Pedro afirma que a obediência à verdade purifica a alma e leva ao amor não fingido (1Pedro 1.22). João deseja que a verdade e o amor do Pai estejam com seus leitores (2João 3). Querer que a verdade predomine e lutar por isso não pode ser confundido com falta de amor para com os que ensinam o erro. Apelar para o amor sempre encontra eco no coração dos evangélicos, mas falar de amor não é garantia de espiritualidade e de verdade. Tem quem se gabe de amar e que não leva uma vida reta diante de Deus. O profeta Ezequiel enfrentou um grupo desses. “... com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ezequiel 33.31). O que ocorre é que às vezes a ênfase ao amor é simplesmente uma capa para acobertar uma conduta imoral ou irregular diante de Deus. Paulo criticou isso nos crentes de Corinto, que se gabavam de ser uma igreja espiritual, amorosa, ao mesmo tempo em que toleravam imoralidades em seu meio. “... contudo, andais vós ensoberbecidos e não chegastes a lamentar, para que fosse tirado do vosso meio quem tamanho ultraje praticou? Não é boa a vossa jactância...” (1Co 5.2,6). Tratava-se de um jovem “incluído” que dormia com sua madrasta. O discurso das igrejas que hoje toleram todo tipo de conduta irregular em seus membros é exatamente esse, de que são igrejas amorosas, que não condenam nem excluem ninguém.
Ninguém na Bíblia falou mais de amor do que o apóstolo João, conhecido por esse motivo como o “apóstolo do amor” (a figura ao lado é uma representação antiquíssima de João) Ele disse que amava os crentes “na verdade” (2João 1; 3João 1), isto é, porque eles andavam na verdade. "Verdade" nas cartas de João tem um componente teológico e doutrinário. É o Evangelho em sua plenitude. João ama seus leitores porque eles, junto com o apóstolo, conhecem a verdade e andam nela. A verdade é a base do verdadeiro amor cristão. Nós amamos os irmãos porque professamos a mesma verdade sobre Deus e Cristo. Todavia, eis o que o apóstolo do amor proferiu contra mestres e líderes evangélicos que haviam se desviado do caminho da verdade:
- “Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos” (1Jo 2.19).
- “Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho” (1Jo 2.22).
- “Aquele que pratica o pecado procede do diabo” (1Jo 3.8).
- “Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo” (1Jo 3.10).
- “todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo” (1Jo 4.3).
- “ ...Muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o anticristo... Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus... Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (2Jo 7-1).
Poderíamos acusar João de falta de amor pela firmeza com que ele resiste ao erro teológico?
O amor que é cobrado pelos evangélicos sentimentalistas acaba se tornando a postura de quem não tem convicções. O amor bíblico disciplina, corrige, repreende, diz a verdade. E quando se vê diante do erro seguido de arrependimento e da contrição, perdoa, esquece, tolera, suporta. O Senhor Jesus, ao perdoar a mulher adúltera, acrescentou “vai e não peques mais”. O amor perdoa, mas cobra retidão. O Senhor pediu ao Pai que perdoasse seus algozes, que não sabiam o que faziam; todavia, durante a semana que antecedeu seu martírio não deixou de censurá-los, chamando-os de hipócritas, raça de víboras e filhos do inferno. Essa separação entre amor e verdade feita por alguns evangélicos torna o amor num mero sentimentalismo vazio.
O amor, segundo Paulo, “é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1Coríntios 13.4-7). Percebe-se que Paulo não está falando de um sentimento geral de inclusão e tolerância, mas de uma atitude decisiva em favor da verdade, do bem e da retidão. Não é de admirar que o autor desse "hino ao amor" pronunciou um anátema aos que pregam outro Evangelho (Gálatas 1). Destaco da descrição de Paulo a frase “O amor regozija-se com a verdade” (1Coríntios 13.6b). A idéia de “aprovar” está presente na frase. O amor aprova alegremente a verdade. Ele se regozija quando a verdade de Deus triunfa, quando Cristo está sendo glorificado e a igreja edificada.
Portanto, o amor cobrado pelos que se ofendem com a defesa da fé, a exposição do erro e o confronto da inverdade não é o amor bíblico. Falta de amor para com as pessoas seria deixar que elas continuassem a ser enganadas sem ao menos tentar mostrar o outro lado da questão.
O Tempora, O Mores
terça-feira, 14 de junho de 2011
Há diferença entre o ímpio e o justo?
A Bíblia diz que há uma brutal diferença entre ambos. Vejamos antes o significado e o conceito destas duas palavras. O vocábulo ímpio significa aquele que não tem fé e despreza a religião. É o homem sem Deus, no seu estado natural. É também o contrário de pio que é aquele que pratica a piedade ou caridade. Justo, de acordo com o dicionário é o que julga e procede segundo a eqüidade; probo; reto e integro. O sentido teológico, porém é aquele que foi justificado por Cristo, teve os seus pecados perdoados e, aos olhos de Deus, é uma nova criatura.
Na Palavra de Deus encontramos muitas figuras ilustrando a diferença entre ambos. Vejamos algumas comparações:
OS ÍMPIOS SÃO SEMELHANTES A:
-Arbusto solitário no deserto: Porque será como o arbusto solitário no deserto e não verá quando vier o bem; antes, morará nos lugares secos do deserto, na terra salgada e inabitável. Jeremias 17:6.
-Espinheiro: O melhor deles é como um espinheiro; o mais reto é pior do que uma sebe de espinhos. É chegado o dia anunciado por tuas sentinelas, o dia do teu castigo; aí está a confusão deles. Miquéias 7:4.
-Árvore verde que passa ligeiro: Vi um ímpio prepotente a expandir-se qual cedro do Líbano. Passei, e eis que desaparecerá; procurei-o, e já não foi encontrado. Salmo 37:35,36.
-Relva verde que murcha ligeiro: Pois eles dentro em breve definharão como a relva e murcharão como a erva verde. Salmo 37:2.
-Palavra que o vento espalha:
Os ímpios não são assim; são, porém, como a palha que o vento dispersa. Salmo 1:4.
-Folhas impelidas por um redemoinho: Deus meu, faze-os como folhas impelidas por um
remoinho, como a palha ao léu do vento. Salmo 83:13
OS QUE CONFIAM NO SENHOR SE ASSEMELHAM A:
-Árvores plantadas junto às águas: Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende
as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano
de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto. Jeremias 17:8.
-Oliveira verde: Quanto a mim, porém, sou como a oliveira verdejante, na Casa de Deus; confio na misericórdia de Deus para todo o sempre. Salmo 52:8.
-Palmeira: O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano. Salmo 92:12.
-Vinha: Os que se assentam de novo à sua sombra voltarão; serão vivificados como o cereal e florescerão como a vide; a sua fama será como a do vinho do Líbano. Oséias 14:7.
Pr. Gerson Gonçalves
domingo, 5 de junho de 2011
IDOLATRIA.
Como Evitar a Idolatria
A Idolatria, sem dúvida alguma, é um dos piores pecados que o homem pode cometer. É uma rejeição do Deus que nos criou e que merece todo louvor e respeito. Mesmo assim, observamos o crescimento de religiões pagãs e ouvimos, de vez em quando, da conversão de pessoas “cristãs” a tais crenças. Paulo falou com insistência quando disse “Portanto, meus amados, fugi da idolatria” (1 Coríntios 10:14). Na sua carta aos romanos, o mesmo apóstolo sugere a primeira linha de defesa contra a idolatria. “...porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis” (Romanos 1:21-23). Quando deixamos de glorificar a Deus, e esquecemos de lhe agradecer, tomamos passos perigosos na direção de pensamentos loucos e até de idolatria.
“…Lançai fora os deuses estranhos que há no meio de vós, e purificai-vos e mudai as vossas vestes.” Génesis 35:2.
Aqui está uma ordem de Deus que persiste até hoje! Que lancemos fora os deuses estranhos e eliminemos toda a idolatria que há no meio de nós! Será que existe uma razão tão forte que leva Deus a abominar assim tanto a idolatria? Para isso é preciso entender o que é a idolatria e o que de negativo ela implica na vida de um povo.
Segundo o Dicionário português do Texto Editora, a idolatria é a adoração dos ídolos; ação de prestar a certas entidades as honras próprias da divindade; amor, dedicação excessiva; adoração cega.o Brasil é um país profundamente idólatra, muito por influência do catolicismo romano. Embora existam muitos tipos de idolatria, é quase impossível separá-la do catolicismo romano . Não me refiro ao ocultismo que agora tem vários rótulos tais como ciências paranormais, medicina alternativa ou mais ainda espiritualidades alternativas, mas sim à adoração dos ídolos como é citado no dicionário acima referido.
A maioria das pessoas que seguem a idolatria, seguem uma tradição, alguns até têm convicções e não aceitam outra forma de adorar. Mas todos os idólatras ainda não chegaram ao conhecimento da verdade, pois a Bíblia diz: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” João 8:32. Portanto eles necessitam ser livres. Mas isso só é possível com conhecimento da verdade que é Jesus Cristo.
De uma forma geral consideramos os idólatras, aqueles que vão atrás das imagens e estatuas, que veneram os mortos até pessoas vivas, e não fazemos caso de outros tipos de idolatria que têm a ver com objetos de culto.
O que é um objeto de culto? Objeto de culto é tudo aquilo que ocupa o primeiro lugar da nossa vida. Qualquer coisa que retire o lugar que pertence a Deus é um ídolo. Tudo que não é Deus e toma o primeiro lugar na nossa vida é idolatria. Qualquer coisa pode tornar-se objeto de culto, mas Deus quer ser o único objeto de culto. Quando colocamos maior importância numa coisa do que em Deus, esta pode tornar-se um objeto de culto, e quando temos um ídolo a quem prestamos culto direta ou indiretamente, tornamo-nos idolatras e assim nasce uma nova idolatria.
Estes tipos de idolatria encontram-se em qualquer lugar. Entre os religiosos e os ateus, entre aqueles que confessam Jesus e os descrentes. É uma idolatria camuflada, cega, que dificilmente descobrimos porque faz parte do nosso dia-a-dia.
O Deus criador de todas as coisas é um Deus zeloso e não permite que haja outro objeto de adoração além dele. (Êxodo 20:4-5). Ele sempre condenou a idolatria. Aquilo que Ele disse ao seu povo no Velho testamento, Ele continua a dizê-lo a nós Brasileiros: “Não fareis para vós ídolos, nem para vós levantareis imagem esculpida, nem coluna, nem poreis na vossa terra pedra com figuras, para vos inclinardes a ela; porque eu sou o Senhor vosso Deus.” Levítico 26:1. A idolatria traz conseqüências negativas a uma nação que dela está cativa. Uma delas é a falta de prosperidade, pois a Bíblia diz: “Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor” Salmo 33:12. A idolatria também traz conseqüências espirituais. A idolatria generalizada num país entroniza os poderes das trevas. Os pactos e alianças com entidades espirituais não divinos dão legalidade aos poderes das trevas de edificar tronos sobre uma cidade ou nação. As procissões e as marchas sobre as cidades servem para reforçar e reconsiderar o controle espiritual das mesmas a um deus qualquer. Outra conseqüência é a escravidão espiritual e o medo. O povo torna-se escravo porque tem de cumprir todas as formalidades e rituais, pensando que se não puder fazê-lo, surgirão acontecimentos trágicos. Isso dá abertura às potestades das trevas para intimidar e aterrorizar o povo.
Nós, a Igreja de Jesus , podemos cumprir a ordem acima citada. Se não de uma forma literal, podemos fazê-lo de uma forma espiritual, através das nossas orações, e também através da revelação da verdade aos entendimentos dessas pessoas idólatras, com o nosso evangelismo. Porque para a maioria delas, o diabo cegou os seus entendimentos. Não devemos esquecer que Deus, embora deteste a idolatria, ama as pessoas que a ela estão ligadas.
Aqui está uma ordem de Deus que persiste até hoje! Que lancemos fora os deuses estranhos e eliminemos toda a idolatria que há no meio de nós! Será que existe uma razão tão forte que leva Deus a abominar assim tanto a idolatria? Para isso é preciso entender o que é a idolatria e o que de negativo ela implica na vida de um povo.
Segundo o Dicionário português do Texto Editora, a idolatria é a adoração dos ídolos; ação de prestar a certas entidades as honras próprias da divindade; amor, dedicação excessiva; adoração cega.o Brasil é um país profundamente idólatra, muito por influência do catolicismo romano. Embora existam muitos tipos de idolatria, é quase impossível separá-la do catolicismo romano . Não me refiro ao ocultismo que agora tem vários rótulos tais como ciências paranormais, medicina alternativa ou mais ainda espiritualidades alternativas, mas sim à adoração dos ídolos como é citado no dicionário acima referido.
A maioria das pessoas que seguem a idolatria, seguem uma tradição, alguns até têm convicções e não aceitam outra forma de adorar. Mas todos os idólatras ainda não chegaram ao conhecimento da verdade, pois a Bíblia diz: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” João 8:32. Portanto eles necessitam ser livres. Mas isso só é possível com conhecimento da verdade que é Jesus Cristo.
De uma forma geral consideramos os idólatras, aqueles que vão atrás das imagens e estatuas, que veneram os mortos até pessoas vivas, e não fazemos caso de outros tipos de idolatria que têm a ver com objetos de culto.
O que é um objeto de culto? Objeto de culto é tudo aquilo que ocupa o primeiro lugar da nossa vida. Qualquer coisa que retire o lugar que pertence a Deus é um ídolo. Tudo que não é Deus e toma o primeiro lugar na nossa vida é idolatria. Qualquer coisa pode tornar-se objeto de culto, mas Deus quer ser o único objeto de culto. Quando colocamos maior importância numa coisa do que em Deus, esta pode tornar-se um objeto de culto, e quando temos um ídolo a quem prestamos culto direta ou indiretamente, tornamo-nos idolatras e assim nasce uma nova idolatria.
Estes tipos de idolatria encontram-se em qualquer lugar. Entre os religiosos e os ateus, entre aqueles que confessam Jesus e os descrentes. É uma idolatria camuflada, cega, que dificilmente descobrimos porque faz parte do nosso dia-a-dia.
O Deus criador de todas as coisas é um Deus zeloso e não permite que haja outro objeto de adoração além dele. (Êxodo 20:4-5). Ele sempre condenou a idolatria. Aquilo que Ele disse ao seu povo no Velho testamento, Ele continua a dizê-lo a nós Brasileiros: “Não fareis para vós ídolos, nem para vós levantareis imagem esculpida, nem coluna, nem poreis na vossa terra pedra com figuras, para vos inclinardes a ela; porque eu sou o Senhor vosso Deus.” Levítico 26:1. A idolatria traz conseqüências negativas a uma nação que dela está cativa. Uma delas é a falta de prosperidade, pois a Bíblia diz: “Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor” Salmo 33:12. A idolatria também traz conseqüências espirituais. A idolatria generalizada num país entroniza os poderes das trevas. Os pactos e alianças com entidades espirituais não divinos dão legalidade aos poderes das trevas de edificar tronos sobre uma cidade ou nação. As procissões e as marchas sobre as cidades servem para reforçar e reconsiderar o controle espiritual das mesmas a um deus qualquer. Outra conseqüência é a escravidão espiritual e o medo. O povo torna-se escravo porque tem de cumprir todas as formalidades e rituais, pensando que se não puder fazê-lo, surgirão acontecimentos trágicos. Isso dá abertura às potestades das trevas para intimidar e aterrorizar o povo.
Nós, a Igreja de Jesus , podemos cumprir a ordem acima citada. Se não de uma forma literal, podemos fazê-lo de uma forma espiritual, através das nossas orações, e também através da revelação da verdade aos entendimentos dessas pessoas idólatras, com o nosso evangelismo. Porque para a maioria delas, o diabo cegou os seus entendimentos. Não devemos esquecer que Deus, embora deteste a idolatria, ama as pessoas que a ela estão ligadas.
A Idolatria, sem dúvida alguma, é um dos piores pecados que o homem pode cometer. É uma rejeição do Deus que nos criou e que merece todo louvor e respeito. Mesmo assim, observamos o crescimento de religiões pagãs e ouvimos, de vez em quando, da conversão de pessoas “cristãs” a tais crenças. Paulo falou com insistência quando disse “Portanto, meus amados, fugi da idolatria” (1 Coríntios 10:14). Na sua carta aos romanos, o mesmo apóstolo sugere a primeira linha de defesa contra a idolatria. “...porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis” (Romanos 1:21-23). Quando deixamos de glorificar a Deus, e esquecemos de lhe agradecer, tomamos passos perigosos na direção de pensamentos loucos e até de idolatria.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
| Após chiadeira de bancada evangélica, Dilma veta "kit gay" |
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Quando o Galo canta quantas vezes você tem negado a Jesus?
Está chegando a sexta-feira, dia em que a galera se agita para Dar aquela esticadinha esperta e você não pode ficar de fora. Mas seus pais não querem liberar você, pois temem o perigo das "altas madrugadas". Seguindo dicas dos seus "amigos" você diz para seus pais que vai estudar na casa de um amigo e que vai dormir por lá. Seus pais acreditam e você vai numa boa.
De repente, você está numa roda de amigos, jogando conversa for a. Alguém da turma resolve fazer um comentário maldoso, sobre um colega seu. Naquele momento, você pára e pensa: "Isso o que ele está dizendo não é verdade". Mas com medo de envergonhar a galera, dá continuidade ao "papo dez ", falando mal do colega. Mas afinal o que há de mal nisso tudo? Todo mundo não faz isso? Antes de responder cabe aqui uma outra pergunta: "O que faria Jesus se estivesse em seu lugar?"
O apóstolo Pedro é conhecido por sua devoção impulsiva por Jesus. Os textos de Mateus 14:28; Marcos 14:29; Lucas 5:8; João 21:7 retratam isso. E por amar muito a Jesus, Pedro se arrependeu amargamente após tê-Lo negado. No Evangelho de Mateus, capítulo 26, versos 69 a 75, pode-se perceber o sentimento de Pedro após ter negado a Cristo. Essa passagem bíblica mostra que Pedro negou três vezes a Jesus e logo depois chorou amargamente. A expressão "amargamente" nos dá uma noção de como foi esse sofrimento. O Dicionário Aurélio DA Língua Portuguesa define amargura como "tristeza, aflição, sofrimento, azedume, gosto desagradável". Pedro se sentiu assim. Mas, o que esse fato de Pedro ter negado a Jesus tem haver com as situações descritas acima? Simples. Em cada uma das situações Jesus foi negado. Como? Você deve estar se perguntando: "Como posso negar a Cristo, assim como fez o apóstolo Pedro?" Jesus avisou a Pedro que antes que o galo cantasse, ele O negaria três vezes. Esse foi o sinal de Jesus dado a Pedro. O sinal que Deus lhe dá é o DA vigilância, pois nas mínimas coisas pode-se negar ao Todo Poderoso. Veja com atenção algumas delas:
Vergonha. Você pode negar a Cristo, quando não assumi a sua identidade de cristão, ou seja, quando se envergonha de dizer que é crente ou, então, se envergonha de carregar a Bíblia, quer seja no colégio, na faculdade, nas rodas de amigos, no local de serviço e em outras situações onde você não assume que é evangélico. Olhe o que a Bíblia diz a esse respeito: "Qualquer que, nesta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai com OS Santos anjos" (Marcos 8: 38).
Inveja. Outra forma de negar a Jesus é quando você tem inveja de alguém. A Bíblia esclarece em Provérbios, capítulo 14, verso 30, que "a inveja é a podridão dos ossos". Lembre-se, você é muito amado por Deus e também é capaz de conseguir seus objetivos. Não precisa ter inveja do seu irmão. Esse sentimento é diabólico e visa a destruição das pessoas. Inveja é "desgosto ou pesar pelo bem ou pela felicidade do próximo; desejo violento de possuir o bem alheio" (Aurélio). Existem pessoas que tem inveja DA voz, do talento, dos bens materiais e não querem de forma alguma ver a felicidade de seu próximo. A inveja é tão destrutiva, que é capaz de desejar a morte a alguém. Foi esse sentimento que fez Caim matar o seu irmão Abel.
Cobiça. Outro fator que pode te levar a negar a Cristo e afastar você de Deus. Em Êxodo capítulo 20, encontramos OS Dez Mandamentos. E um deles se refere à cobiça. Deus adverte que não devemos cobiçar cousa alguma que pertença ao nosso próximo. Não devemos desejar e ambicionar àquilo que pertence a outrem.
Fofoca. Por meio DA língua você pode prejudicar, e muito, a vida de alguém. A Bíblia diz: "Refreie a tua língua do mal e evite que OS seus lábios falem dolosamente." (Salmo 34:13.) Fazer fofoca e intrigas com nomes de pessoas, é para quem não conhece a Deus. Você deve evitar quaisquer tipos de futricas e conversas alheias. O fofoqueiro gosta de colocar as pessoas no "meio" DA conversa e depois quem sobra é você que FICA como o linguarudo DA história. Além de ser feio, é prejudicial à vida cristã.
Mentira. A mentira é outro mal proveniente DA língua. Em João 8:44 diz que o pai DA mentira é o diabo, porque nele não há verdade. Uma mentirinha aqui e Ali pode se tornar um enovelado de problemas na sua vida. Para OS cristãos, conhecedores DA Palavra de Deus, não deve existir o dia DA mentira como muitos falam por aí e sim a verdade, sempre. "Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; pois o que passa daí, vem do Maligno." (Mateus 5:37.)
Vingança. No mundo temos um ditado que diz: "Vingança é um prato que se come frio". É assim mesmo. A vingança é fria e calculista. Espera sempre o momento certo para dar o bote, para destruir e para revidar. É algo que definitivamente não vale à pena. Quantas pessoas já se prejudicaram e foram prejudicadas por causa de uma vingança. Deixe isso para o Senhor resolver. "Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira de Deus, porque está escrito: Minha é a vingança, eu retribuirei, diz o Senhor." (Romanos 12:19.)
Poderíamos ilustrar aqui diversas coisas que nos fazem negar a Jesus. Entretanto, os exemplos acima nos dão a referência de como podemos fazer isso. Pedro negou a Jesus por três vezes. E você, jovem, quantas vezes tem negado ao Senhor Jesus e entristecido o Espírito Santo de Deus?
quarta-feira, 18 de maio de 2011
A fórmula da oração
A oração é uma das coisas mais importantes da nossa vida. Ela é o recurso que temos nos momentos difíceis e dela todos os seres humanos fazem uso.
Apesar de tudo o que a oração é e representa para o cristão, são poucos os que sabem fazê-la. Quando os discípulos de Jesus viram que Ele obtinha sucesso em todas as suas orações, chegaram-se a Ele, e Lhe pediram que os ensinasse a orar. Certamente que existe uma maneira correta de fazer aquilo que Deus considera como oração. Os heróis da fé sabiam fazê-la, e, por isso, venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram e puseram em fuga exércitos de estrangeiros. Sim, tudo isto e muito mais conseguiram, porque sabiam fazer aquilo que pelo Senhor é considerado como oração.
E você, já sabe fazer a oração que move a mão do Senhor e faz com que o poder celestial opere em seu favor? Há muita coisa boa esperando por você. Aprenda a fazer a oração da fé e passe a desfrutar do melhor desta vida.
Não vamos, nesta lição, estudar todos os tipos de orações, mas a fórmula da oração que devemos fazer para vencermos os males. Existe tal fórmula?
Sim. No livro de Isaías 43.26, está escrito:
Procura lembrar-me; entremos em juízo juntamente; apresenta as tuas razões, para que te possa justificar.
Temos aí nesta declaração de Isaías a fórmula da oração que nos fará vitoriosos.
1°-PROCURA LEMBRAR-ME
Ao entrarmos na presença do Senhor, devemos fazê-Lo saber que estamos ali porque somos Seus filhos, porque a Palavra dEle nos garante a bênção e porque acreditamos que Ele é poderoso para nos conceder a graça. Se quisermos ser atendidos em nossa petição, temos que entrar em Sua santa presença, lembrando-O de tudo aquilo que a Sua Palavra nos promete e garante nos pertencer.
Alguém poderá perguntar se Deus é esquecido. Poderá questionar que - desde que Ele é onisciente - Ele sabe tudo e, por isso, não precisamos lembrá-Lo. Ainda poderá argumentar que o próprio Senhor Jesus ensinou que o Pai sabe do que precisamos antes de Lhe pedirmos a bênção, pois foi assim que Jesus ensinou: ...porque vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes (Mt 6.8).
Não é que o Senhor tenha estes ou quaisquer outros problemas, nem que existam contradições na Bíblia Sagrada. Isto nada tem a ver com o ensinamento de Jesus que acabamos de ver. O que realmente o Senhor quer dizer por lembrar-me, é o seguinte:
Quando vamos orar, nem sempre estamos desligados das coisas materiais que nos cercam. Muitas vezes, estamos tão rodeados pêlos problemas que não conseguimos nos concentrar, nos ligar em Deus, e a nossa oração fica vazia e destituída de fé, poder e autoridade e, por conseguinte, não recebemos o que pedimos ou determinamos.
Quando começamos a orar lembrando ao Senhor as Suas promessas, estamos na verdade fazendo mais bem a nós do que propriamente lembrando a Deus. Estamos como que "escovando" o nosso espírito, "lustrando" a nossa verdadeira pessoa - o nosso espírito. Ao lembrar ao Senhor tudo aquilo que nós conhecemos e cremos na Sua Palavra, estamos verdadeiramente de novo, ou pela primeira vez, dando ouvidos à Palavra de Deus; sabemos que é por dar ouvidos à Palavra que a fé vem ao nosso coração. Então, estamos fazendo, na verdade, um bem infinitamente maior à nossa própria pessoa.
Aqueles que usam este método sabem que isto é verdade, pois Deus não precisa de que nós O lembremos para que Ele próprio fique ciente de que nos havia prometido aquela bênção.
2° - ENTREMOS EM JUÍZO JUNTAMENTE
Apesar de tudo o que a oração é e representa para o cristão, são poucos os que sabem fazê-la. Quando os discípulos de Jesus viram que Ele obtinha sucesso em todas as suas orações, chegaram-se a Ele, e Lhe pediram que os ensinasse a orar. Certamente que existe uma maneira correta de fazer aquilo que Deus considera como oração. Os heróis da fé sabiam fazê-la, e, por isso, venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram e puseram em fuga exércitos de estrangeiros. Sim, tudo isto e muito mais conseguiram, porque sabiam fazer aquilo que pelo Senhor é considerado como oração.
E você, já sabe fazer a oração que move a mão do Senhor e faz com que o poder celestial opere em seu favor? Há muita coisa boa esperando por você. Aprenda a fazer a oração da fé e passe a desfrutar do melhor desta vida.
Não vamos, nesta lição, estudar todos os tipos de orações, mas a fórmula da oração que devemos fazer para vencermos os males. Existe tal fórmula?
Sim. No livro de Isaías 43.26, está escrito:
Procura lembrar-me; entremos em juízo juntamente; apresenta as tuas razões, para que te possa justificar.
Temos aí nesta declaração de Isaías a fórmula da oração que nos fará vitoriosos.
1°-PROCURA LEMBRAR-ME
Ao entrarmos na presença do Senhor, devemos fazê-Lo saber que estamos ali porque somos Seus filhos, porque a Palavra dEle nos garante a bênção e porque acreditamos que Ele é poderoso para nos conceder a graça. Se quisermos ser atendidos em nossa petição, temos que entrar em Sua santa presença, lembrando-O de tudo aquilo que a Sua Palavra nos promete e garante nos pertencer.
Alguém poderá perguntar se Deus é esquecido. Poderá questionar que - desde que Ele é onisciente - Ele sabe tudo e, por isso, não precisamos lembrá-Lo. Ainda poderá argumentar que o próprio Senhor Jesus ensinou que o Pai sabe do que precisamos antes de Lhe pedirmos a bênção, pois foi assim que Jesus ensinou: ...porque vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes (Mt 6.8).
Não é que o Senhor tenha estes ou quaisquer outros problemas, nem que existam contradições na Bíblia Sagrada. Isto nada tem a ver com o ensinamento de Jesus que acabamos de ver. O que realmente o Senhor quer dizer por lembrar-me, é o seguinte:
Quando vamos orar, nem sempre estamos desligados das coisas materiais que nos cercam. Muitas vezes, estamos tão rodeados pêlos problemas que não conseguimos nos concentrar, nos ligar em Deus, e a nossa oração fica vazia e destituída de fé, poder e autoridade e, por conseguinte, não recebemos o que pedimos ou determinamos.
Quando começamos a orar lembrando ao Senhor as Suas promessas, estamos na verdade fazendo mais bem a nós do que propriamente lembrando a Deus. Estamos como que "escovando" o nosso espírito, "lustrando" a nossa verdadeira pessoa - o nosso espírito. Ao lembrar ao Senhor tudo aquilo que nós conhecemos e cremos na Sua Palavra, estamos verdadeiramente de novo, ou pela primeira vez, dando ouvidos à Palavra de Deus; sabemos que é por dar ouvidos à Palavra que a fé vem ao nosso coração. Então, estamos fazendo, na verdade, um bem infinitamente maior à nossa própria pessoa.
Aqueles que usam este método sabem que isto é verdade, pois Deus não precisa de que nós O lembremos para que Ele próprio fique ciente de que nos havia prometido aquela bênção.
2° - ENTREMOS EM JUÍZO JUNTAMENTE
A oração é um julgamento. Uma batalha. Uma guerra. Ao entrarmos em oração, devemos fazê-la lembrando que estamos verdadeiramente entrando para decidir uma situação.
Deus diz que devemos entrar em juízo. Ninguém entra em juízo de qualquer maneira. Se levamos alguém a juízo, ou se somos levados por alguém, devemos nos preparar para a batalha. Certamente o nosso adversário vai usar de todos os meios e métodos imagináveis para ter vitória sobre nós. E nem sempre quem tem direito é quem ganha, mas sim quem consegue "provar" a sua "inocência" ou "razão". Precisamos, então, nos preparar para entrarmos em juízo, e isto nos leva de volta ao primeiro passo que é o de lembrá-Lo.
Após termos "lembrado" ao Senhor, devemos entrar juntamente com Ele em juízo. Não podemos ir sozinhos nem tão pouco pedir a Deus que Ele vá por nós. Ele diz que temos que ir juntamente. A batalha é nossa e não do Senhor, e temos que fazer com Ele a nossa defesa e o nosso ataque.
Isso é certeza de vitória. Quando e onde foi registrado que Deus tenha perdido uma só batalha? Isto é simplesmente impossível de acontecer.
Entrar juntamente com o Senhor no julgamento é encontrar aquela promessa ou declaração que Ele faz a respeito da nossa posição diante daquela situação; e então, destemidamente, iniciar a oração, especificando o motivo dela - logicamente que usando o Nome de Jesus - e partir para cima do adversário, exigindo que ele e tudo o que é dele saiam de nossa vida, família e propriedade.
3° - APRESENTA AS TUAS RAZOES
Depois de termos lembrado ao Senhor o que somos e o que sabemos ser nosso direito, e de termos entrado juntamente com Ele em juízo, precisamos apresentar as nossas razões. Apresentar as nossas razões é fazer o mesmo que fazem os advogados quando estão defendendo alguém. Devemos conhecer o direito que a Palavra de Deus declara ser nosso, e aí, diante do Tribunal Supremo do Universo, que é a própria Palavra, erguer a nossa voz e não aceitar nenhum veredicto a não ser aquele que determinamos. Nesta hora, devemos ficar bem acordados e alerta, pois o inimigo vai tentar de todas as formas nos ludibriar. Às vezes, ele vem bem de mansinho, tentando passar-se pelo Senhor. Ele insinua que nós não merecemos as bênçãos, como se elas nos fossem dadas por merecimentos; e, se não conhecemos os meios pêlos quais elas nos são concedidas - pela graça, mediante a fé - nós podemos ser convencidos de que realmente não merecemos nada e aí teremos perdido tudo.
Como o demônio gosta de que vivamos na ignorância, que sejamos preguiçosos nas coisas espirituais e que não aprendamos aquilo que é nosso! Só assim ele poderá, na hora da nossa oração-julgamento, vir com as suas desculpas esfarrapadas e nos ludibriar. Muitas vezes, ele traz à memória um pecado que havíamos cometido há muito tempo, do qual já nos arrependemos, e, portanto, ele nem mais existe na memória do Senhor. Mas, por não estarmos afiados na Palavra, esquecemos que pecado confessado é pecado inexistente e, então, nos colocamos a confessá-lo de novo, assumindo uma posição de responsáveis por algo que já nem mais existe.
Veja bem a importância de conhecermos os nossos direitos, pois, a pessoa que não os conhece será facilmente enganada pelo maligno. Ela não terá condições de apresentar as suas razões e, assim, não conseguirá pleitear a sua causa, perdendo conseqüentemente a batalha. Lembre-se da lição n° 3, em que estudamos que direito não reclamado é direito inexistente. Você tem direito à bênção. O Senhor Jesus já venceu o diabo por você. Ele já levou as suas doenças para que você não tivesse que levá-las. A Bíblia garante que você é mais do que vencedor. Mas, se você não conhece as declarações da Bíblia que falam da sua posição diante de Deus, você não poderá apresentá-las no julgamento, e certamente ficará sem receber o cumprimento delas.
Quando estamos cientes dos nossos direitos - e isto podemos estar não pelo que desejamos, mas unicamente pelo que a Palavra de Deus afirma -, podemos estar certos de que aquilo que a Bíblia diz ser nosso é o que teremos; Deus não colocou qualquer declaração nas Escrituras só para enfeitá-las. Elas foram colocadas para que pudéssemos ter vida, e vida com abundância.
4° - PARA QUE TE POSSAS JUSTIFICAR

Aqui está claro que Deus não quer que brinquemos de oração nem que sejamos derrotados ao orar. O propósito da oração é que sejamos justificados, o que na linguagem bíblica significa: a vitória na oração.
Só mesmo alguém que desconhece a sua posição em Cristo e os seus direitos na presença de Deus será capaz de fracassar nas batalhas espirituais - tanto pelas bênçãos espirituais quanto físicas ou materiais.
Justificação é um termo próprio da justiça que significa não somente absolver, mas declarar alguém justo, como se esse jamais houvesse pecado em toda a sua vida. A justificação inclui mais do que o perdão dos pecados e a remoção da condenação, pois, no ato da justificação, Deus coloca o ofensor na posição de justo. O presidente da República, por ocasião do natal ou ano novo, pode indultar (perdoar) o criminoso; não pode, porém, reintegrá-lo na posição daquele que nunca desrespeitou a lei.
Ora, sem a justificação, que vem pela fé, jamais teremos paz com Deus. Se não tivermos paz com Ele, podemos esquecer: jamais seremos abençoados. Mas, graças a Deus que isso é possível. É para isso que Ele nos convida.
Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. (RM 5.1)
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